Hackathon Globo 2017 terá de impressora 3D a ‘coroa’ que lê ondas cerebrais; veja lista

Na edição deste ano do Hackathon Globo, os participantes da maratona de programação terão à disposição aparelhos eletrônicos usados nos bastidores da emissora, como câmeras e microfones, mas também dispositivos como sensores que transformam de gestos a atividade cerebral em comandos para TVs, computadores e drones.

O evento será realizado entre os dias 13 e 14 de maio, com uma maratona de desenvolvimento de programação em que jovens criam, projetam e colocam para rodar um serviço conectado.

A terceira edição da maratona hacker da empresa vai acontecer na casa do Big Brother Brasil, nos estúdios Globo, no Rio de Janeiro. A tradição de espiar todos os movimentos e discussões dentro da casa mais famosa do Brasil será mantida. Isso, pelo menos, enquanto durarem as 33 horas em que a hackaton rolar.

Veja abaixo alguns dos gadjets que os maratonistas da programação poderão usar na Hackathon Globo 2017:

Impressora 3D

Em vez de depositar tinta sobre papel, essas máquinas imprimem uma variedade incrível de objetos tridimensionais. A queda no preço de venda ajudou a popularizar os aparelhos. Se na década de 90 só se comprava impressoras 3D no exterior por valores que chegavam a US$ 1 milhão, hoje os equipamentos podem sair por até US$ 1 mil.

Por isso, já são usadas em áreas de engenharia, arquitetura, desenvolvimento de produto e hobbies em geral. O difícil é o projeto que dá forma aos objetos. Muitos sites, no entanto, já oferecem esses desenhos sem cobrar nada.

Arduino

O Arduino é uma placa eletrônicas que permite a criação de um sem número de aparelhos interativos. Funcionando em conjunto com uma plataforma de software, permite receber, por exemplo, transformar estímulos externos, como a publicação de mensagem em uma conta do Twitter, em determinadas ações, como ligar uma lâmpada de LED. Ao longo dos anos, o Arduino ganhou componentes para se conectar a aplicações de “internet das coisas”, com impressoras 3D e com os chamados “computadores vestíveis”.

Raspberry Pi

Na linha do Arduino, o Raspberry Pi também é uma placa que funciona como um micro PC, criado para ajudar crianças a aprender linguagem de programação.

Hololens

O visor holográfico da Microsoft poderá servir tanto à realidade virtual (levando o usuário à superfície de Marte, por exemplo) como à realidade aumentada (mostrar na sala de casa imagens em três dimensões de videogames).

Oculus Rift

Óculos de realidade virtual criado pela empresa Oculus VR, comprada pelo Facebook

Gear VR

Desenvolvido pela Samsung em parceria com a Oculus, o Gear VR é um óculos de realidade virtual que não tem fios e usa um smartphone acoplado, que funciona como tela, fonte de energia e processamento.

GoPro

As câmeras da GoPro, como a Hero 5, são expoentes em captação de imagens de aventura e de ação. São usadas por sufistas, paraquedistas, ciclistas, skatistas, entre outros praticantes de esportes radicais.

Kinect

O acessório da Microsoft foi criado para acompanhar os videogames da linha Xbox, mas já transcenderam o mundo dos games. O dispositivo capta o movimento dos usuários e o transfere para aplicações conectadas, o que dispensa o uso de teclado, mouse e telas sensíveis ao toque.

Leap Motion

Se a realidade virtual transporta as pessoas para um mundo virtual tridimensional, a tecnologia da Leap Motion permite que as mãos sejam usadas para interagir nesses ambientes imersivos. Com isso, é possível manipular objetos virtuais e deixar de ser apenas um telespectador. O segredo está no sistema de rastreamento do Leap Motion, que segue o movimento das mãos para transportá-las para o mundo virtual e é embutido nos visores de realidade virtual.

Myo

O Myo é um bracelete que transforma os gestos de quem o estiver usando em comandos para aparelhos conectados, sejam drones, computadores ou TVs inteligentes. Isso elimina a necessidade de controles para controlar os veículos aéreos não tripulados, apresentações de slides ou a execução de músicas e vídeos em PCs.

Para fazer um gesto (uma mão aberta ou fechada, por exemplo) virar um determinado comando, o Myo detecta os movimentos do braço. Dependendo da contração ou do relaxamento do músculo, a ação indicada muda.

Emotiv

Já o Emotiv serve para controlar eletrônicos com o poder da mente e dispensar de ver as mãos. Em forma de coroa, o aparelho capta a atividade elétrica do cérebro para transformá-la em comandos a objetos físicos e virtuais. Ele também monitora a atividade cognitiva, o que permite analisar o estado mental de indivíduos durante certas atividades.

 

 

 

Fonte: http://g1.globo.com/tecnologia/hackathon/2017/noticia/hackathon-globo-2017-tera-de-impressora-3d-a-coroa-que-le-ondas-cerebrais-veja-lista.ghtml